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[Apeadeiro de Mós]

"... os habitantes da aldeia de Mós para se deslocarem à Vila de Moncorvo, poderiam apanhar o comboio na estação de Carviçais (mais próxima) e no apeadeiro do Carvalhal... mas sendo velhas e frequentes as rixas entre os habitantes de Mós e Carviçais...que, provinham das reformas administrativas liberais com a extinção do Medieval Concelho de Mós (ao qual Carviçais pertencia) e reportavam-se a questões de limites e inclusive à posse da ermida de S. Pedro e respectiva imagem. Os habitantes de Mós pretendiam um apeadeiro mais próximo da aldeia, razão pela qual, três meses após a abertura ao tráfego da 1ª secção da linha, a Comissão Paroquial Republicana da Freguesia de Mós solicita que os comboios fizessem paragem no sítio da Devesa Velha, reivindicação que vêem satisfeita a 3.XI.1912. Porém a ligação viária da aldeia à então designada EN 25-2ª e consequentemente ao apeadeiro ferroviário só foi possível mais de três décadas depois da chegada do comboio a Carviçais,  como se percebe pela portaria de 30.X.1943, onde o Governo concedeu à Junta de Freguesia de Mós a quantia de 43.121$00 a título de comparticipação da construção do 1° troço desse caminho vicinal na extensão de 2.300 metros..."

[In 'A linha do Vale do Sabor' Coordenação Carlos d' Abreu]

[A 'disputada' Ermida de São Pedro]